Clã dos Dragões: Infiltração Inicial, Caminho para a Divindade

Clã dos Dragões: Infiltração Inicial, Caminho para a Divindade

Autor: Majestade
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O soberano da terra e das montanhas, o Nibelungo de quem não se pode escapar.

Eram seis horas da tarde.

O cenário era a plataforma da estação zero do metrô, um lugar que não deveria sequer existir.

No interior dessa vasta caverna subterrânea, que parecia ter esvaziado toda uma montanha, Su Mo assistia televisão.

Para ser exato, ele assistia televisão junto com um dragão.

Não era uma metáfora, mas a mais pura realidade.

Nenhuma palavra poderia descrever o corpo majestoso e arcaico daquela criatura; suas escamas azul-escuras se abriam e fechavam em sequência, emitindo um som semelhante ao choque de metais.

O rosto, repleto de saliências ósseas, exalava uma dignidade régia. A beleza profunda e sombria de sua figura não se assemelhava a nenhum ser do mundo real, mas sim a algo pertencente a mitos ou religiões ancestrais.

Se em outro momento tivesse visto tal criatura imponente, Su Mo teria pensado que estava sonhando.

Mas agora, o sonho tomara forma.

O frio do contato era absolutamente real.

Mesmo que a parte inferior do corpo do dragão, fundida à rocha, pudesse sugerir algum tipo de escultura performática, para quem estava ali, sob o peso de sua majestade, era evidente desde o primeiro olhar que se tratava de um ser vivo.

E não apenas vivo — ele parecia estar vivendo muito bem.

"Quer batata frita?"

O dragão, percebendo o silêncio de Su Mo, lançou-lhe cuidadosamente, com suas garras, um pacote de batatas.

Apesar da postura imponente, naquele momento, o dragão não se assemelhava a um deus ou demônio.

Pelo contrário, lembrava um gato domesticado por human

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