As críticas e elogios do mundo, os olhares frios das pessoas, nada disso me importa. Dou apenas um sorriso sereno; sigo minha própria natureza, desfrutando de alegrias e vinganças, com o coração fiel
De repente, Jun Xie despertou. Nem sequer esperou abrir os olhos; instintivamente, com a mão direita, bateu no chão, pronto para saltar em pé. Este era um lugar perigoso, onde a vida e a morte pendem por um fio — não se podia demorar!
Esse foi o primeiro pensamento que lhe veio à mente, quase um reflexo condicionado de um assassino exímio. Seu corpo ergueu-se no ar, mas de repente o braço cedeu, incapaz de sustentar o peso, e ele caiu pesadamente de volta ao chão. Por um instante, Jun Xie ficou aterrorizado: o que estava acontecendo? Logo percebeu que, sob si, havia um colchão macio. Olhou ao redor e viu que estava em um quarto luxuosamente decorado, mas vazio, exceto por uma mesa quadrada e a “cama gigante” sobre a qual se deitava — tão grande que acomodaria sete ou oito pessoas sem apertar.
O que estava acontecendo? Não estava lutando? Como acabara numa cama?
Jun Xie ainda pensava como antes de adormecer — ou talvez, temporariamente, estava preso às últimas lembranças de sua vida passada.
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Jun Xie era um assassino, e dos mais talentosos. Em cinco anos de carreira, jamais falhou: sucesso absoluto, cem por cento. Por isso, tornou-se o número um no ranking dos assassinos, e o nome “Senhor do Mal” passou a dominar as listas do submundo mundial. Também era o primeiro em outra categoria: sua recompensa pela cabeça era a mais alta do mundo, mantendo-se no topo por três anos consecutivos.
Não era por falta de interessados, mas por falta de capacidade: ninguém conseguia matar esse assassino milagroso, quase lendário. M