Wen Xi, como uma das maiores magnatas da medicina e da indústria farmacêutica do país A, além de rei entre os soldados, tinha como maior prazer na vida acumular riqueza. Depois de obter um mapa do tes
Na vila nos arredores da capital, Wenxi, recém-saída de uma cirurgia, se atirou no sofá, sem querer nem mexer um dedo.
Depois de dez horas seguidas de operação, até um imortal ficaria exausto; se não fosse pela comissão dez vezes maior que o preço normal, ela não teria aceitado.
Isso mesmo, comissão.
Ela não era uma médica comum, mas a lendária doutora da Mão Fantasma, reverenciada por todos no mercado negro; bastava ela dizer que ainda havia salvação para que, mesmo o próprio Rei do Submundo, tivesse de bater em retirada.
Não sabia há quanto tempo estava deitada quando sentiu a barriga reclamar de fome. Irritada, despenteou os cabelos, foi à geladeira, pegou um tomate e dois ovos e fez um macarrão com tomate e ovo. Simples, mas de sabor impecável.
Era órfã. O mestre a havia recolhido e ensinado tudo o que sabia. Depois da morte dele, vivera sozinha. Seu talento na cozinha também viera dos treinos do velho mestre — não porque ele cozinhasse bem, mas porque cozinhava terrivelmente mal. Como uma devoradora exigente, ela só podia contar com as próprias mãos.
Antigamente, o mestre ainda brincava dizendo que, se um dia ela passasse dificuldades, poderia mudar de profissão e virar cozinheira.
Mal deu duas garfadas e o celular vibrou com uma mensagem.
Era o dono da casa de leilões do mercado negro.
“O que você pediu chegou.”
Wenxi ergueu as sobrancelhas. Tão rápido assim?
Três anos antes, fora contratada por um país estrangeiro para resgatar um primeiro-ministro perdido em uma floresta selvagem. Como a melhor méd