[Renascimento + romance doce de um para um + homem rude e calado + bela e delicada + espaço + flerte mútuo] Na vida passada, o homem de quem Su Ranran fugia a todo custo acabou sendo levado pela ench
Su Ranran, deitada na cama, parecia atordoada, como se ainda não houvesse voltado a si.
O que estava acontecendo? Ela não tinha morrido?
Há apenas um instante, ainda estava no quarto do hospital, com a dor a turvar-lhe a consciência. Como, ao despertar de novo, podia ter mudado de mundo?
Ao olhar para a casa familiar e ao mesmo tempo estranha à sua frente, o coração de Su Ranran tremeu violentamente.
Não era por menos: aquele quarto era justamente o que ela compartilhara com aquele homem antes do divórcio.
Diferente das cabanas de colmo dos outros da equipe, o telhado daquele quarto era coberto por fileiras arrumadas de telhas.
Havia uma janela de cada lado da porta.
Ao contrário das janelas que, no futuro, ocupavam meio muro de uma vez, naquela época elas eram pequenas e miseráveis.
A luz fraca entrava pela janela e deixava ver, ao longo da parede, uma mesa e um banco comprido.
Junto à cabeceira da cama, havia ainda um armário de linhas simples.
Os móveis eram novos, feitos há pouco tempo, e ainda pareciam reluzentes.
O chão do quarto também tinha sido revestido com tijolos, ao contrário das casas vizinhas, onde o piso era apenas terra socada.
As paredes eram erguidas com tijolo vermelho e cimento.
Uma casa de tijolos e telhas como aquela já era de primeira linha na brigada.
Isso porque havia muitas famílias cujas paredes eram apenas de bambu trançado e barro.
Bastava imaginar quão pobre era a Brigada da Ponte de Água.
Nem sabia quanto tempo se passara quando Su Ranran moveu