Ao flagrar por acaso o noivo e a meia-irmã rolando na cama, Chu Hua chutou sem hesitar o canalha e, em seguida, casou-se às pressas com o tio do canalha. Ela pensou que seria apenas uma relação de con
“Jingyuan, meu irmão, entre mim e a Chuá, quem você ama mais?”
“Claro que é você, meu bem. Não foi o que minhas atitudes já mostraram? Hã?”
“Mas eu quero ouvir você dizer com todas as letras.”
“Minha querida, você é a mulher que eu mais amo. Relaxa... você está muito tensa...”
O respirar áspero e contido do homem, misturado aos gemidos sedutores da mulher, logo ecoou pela suíte do hotel.
Chuá estava parada do lado de fora, junto à porta entreaberta, e sentia o sangue gelar em suas veias. Um frio cortante a fazia tremer sem controle.
Uma hora antes, alguém lhe enviara um vídeo.
Na gravação, seu noivo, Fu Jingyuan, apertava nos braços sua meia-irmã, Chuxu, trocando um beijo ardente no corredor daquele hotel.
Ela ainda acreditara, por um instante, que fosse apenas uma brincadeira cruel. Nunca imaginara que aqueles dois já estivessem envolvidos havia muito tempo.
Ela respirou fundo, esforçando-se para conter a fúria que fervia no peito, tirou o celular do bolso e empurrou a porta em silêncio.
Os dois na cama ainda estavam entregues ao prazer quando ouviram uma voz fria soar do nada:
“Que espetáculo fascinante. Querem que eu aplauda?”
Ambos enrijeceram e voltaram o olhar para a entrada.
“Ah!” Chuxu gritou, encolhendo-se apavorada nos braços de Fu Jingyuan. “Irmã? Como você veio parar aqui?”
Fu Jingyuan cobriu o corpo com o cobertor e falou, irritado:
“Quem mandou você vir?”
Chuá cruzou os braços e o fitou com um sarcasmo cortante.
“Se eu não viesse, como é que veria uma cena