O Calamidade do Amanhã

O Calamidade do Amanhã

Autor: Urso-Lobo-Cão
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"Não! Não me ajude a levantar! Sério, eu realmente só consigo estudar com eficiência estando deitado! Isso se chama hábito de estudo! Eu não estou dormindo!" A preguiça é inerente à natureza humana,

1 Falha na inicialização do sistema

Naquele instante, Zhou Bai vestia um pijama, ainda calçava chinelos, e corria a toda velocidade por um corredor longo e sombrio, enquanto atrás de si ecoava um urro capaz de gelar o sangue.

“Droga!” — a mente de Zhou Bai era um turbilhão de confusão, pensamentos desconexos cruzando-lhe a consciência em desabalada sucessão.

“O que está acontecendo?”, indagava-se.
“Por que, estando eu tranquilamente em casa, dormindo, levantei-me apenas para ir ao banheiro, e de súbito vim parar neste lugar estranho? E ainda por cima, esbarrei com uma criatura absurda destas?”

Num gesto intempestivo, chutou os chinelos para longe e passou a correr descalço. Tal era o seu nervosismo, que sequer percebeu que seu corpo rejuvenescia, do vigor dos vinte e poucos anos regredindo à compleição ágil de um rapaz de dezessete ou dezoito.

A cada passo, sentia-se mais lento, como se os pulmões ardessem em brasa dentro do peito. O rugido às suas costas soava cada vez mais próximo. Zhou Bai fixou o olhar adiante e viu que o corredor chegara ao fim; diante de si, uma pesada porta de ferro se escancarava.

Sem tempo para hesitar, lançou-se porta adentro e deparou-se com um quarto diminuto, de menos de dez metros quadrados, sem qualquer outro acesso visível.

“Droga!”, praguejou, sentindo o couro cabeludo se eriçar com a proximidade do bramido monstruoso. Virou-se apressado, fechou a porta de ferro e a trancou, sentindo apenas um fiapo de segurança.

‘Será que essa porta o deterá...?’

Mas mesmo que a porta resistisse, Zhou Bai sabia que não p

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